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Prova de Produção de texto

No dia 27/11/2014 nós do 9º ano realizamos a avaliação bimestral de Produção de texto, na avaliação o gênero do texto era Artigo de Opinião, e o tema era ''Seca em São Paulo''. Leia abaixo sobre o Artigo de Opinião e suas características

O artigo de opinião, como o próprio nome já diz, é um texto em que o autor expõe seu posicionamento diante de algum tema atual e de interesse de muitos.

É um texto dissertativo que apresenta argumentos sobre o assunto abordado, portanto, o escritor além de expor seu ponto de vista, deve sustentá-lo através de informações coerentes e admissíveis.

Logo, as ideias defendidas no artigo de opinião são de total responsabilidade do autor, e, por este motivo, o mesmo deve ter cuidado com a veracidade dos elementos apresentados, além de assinar o texto no final.

Veja também uma reportagem sobre a seca em São Paulo

Pouco investimento e seca histórica explicam falta d'água em São Paulo

DEPENDÊNCIA DA GRANDE SÃO PAULO DO SISTEMA CANTAREIRA REVELA AS DIMENSÕES ESTRUTURAIS DO PROBLEMA, APONTA MARCELO VARGAS, PROFESSOR DA UFSCAR

21/10/2014 | 20h02
oto: Arte / Zero Hora
Uma das maiores estiagens da história, somada a problemas estruturais no sistema de abastecimento de água, atormenta moradores da maior cidade da América do Sul. Mais da metade dos moradores de São Paulo ficou sem água em casa em algum momento do último mês – e, na segunda-feira, o sistema Cantareira, que abastece a metrópole, baixou para o menor nível de sua história:está com 3,5% da capacidade de armazenamento.
Enquanto paulistanos penam guardando água em baldes e limitam o consumo ao mínimo, buscam entender o que houve. Em entrevista a Zero Hora, o doutor em planejamento urbano e professor da Universidade Federal da São Carlos (Ufscar) Marcelo Vargas relaciona os motivos que geraram a crise hídrica em São Paulo e as consequências da escassez d´água.
Quais são as causas do desabastecimento em São Paulo?
A falta de água na Grande São Paulo tem causas conjunturais e estruturais. Em termos conjunturais, o último verão, que normalmente se caracteriza como uma estação de chuvas, foi um dos mais secos e quentes da história não apenas na região da capital e seu entorno, mas também em grande parte do sudeste, especialmente em Minas Gerais e no Vale do Piracicaba, de onde vem a maior parte da água que abastece a região metropolitana, através do Sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de quase metade da população da metrópole.
Essa estiagem severa permaneceu nos meses seguintes, quando há naturalmente menos chuvas na região. Com pouca chuva e maior consumo, devido ao calor, os rios e represas que abastecem o Sistema Cantareira caíram ao menor nível já registrado desde 1930.

E em termos estruturais?
A própria dependência da Grande São Paulo do sistema Cantareira revela as dimensões estruturais do problema. São Paulo é uma metrópole mal localizada: a maior parte dos seus quase 20 milhões de habitantes mora na região de cabeceiras do rio Tietê, na bacia hidrográfica do Alto Tietê, onde o rio tem menos água do que no seu curso. Assim, a disponibilidade de água per capita desta bacia é de apenas 200 m³ por ano por pessoa. 

De acordo com a ONU, uma região enfrenta uma situação de estresse hídrico quando apresenta uma disponibilidade de água anual inferior a 1.700 m³ per capita. Abaixo de 1.000 m³ por pessoa por ano já caracteriza uma situação de grave escassez. Para complicar, há 5 milhões de pessoas na bacia dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, que também dependem das águas represadas no sistema Cantareira.
Quais são as consequências para a população?
As consequências são a falta d'agua para as atividades domésticas e comerciais de muitos estabelecimentos durante horas ou mesmo dias seguidos, sobretudo nas regiões mais altas e afastadas dos centros onde se faz a reserva, o que pode gerar desconforto, problemas econômicos e de saúde.
O que poderia ter sido feito, em âmbito estadual, para que a situação não chegasse a esse ponto?
A Sabesp deveria ter investido em novos sistemas de produção de água potável que captassem água de outros mananciais regionais, para diminuir sua dependência do Sistema Cantareira, como estava previsto desde 2004, quando foi renovada a licença federal que a companhia estadual de saneamento obteve em 1974 para construir e operar o sistema, que lhe permite retirar até 31m³ por segundo da bacia do Piracicaba. Essa foi uma das condições para a renovação da licença, concedida pela Agência Nacional de Águas (ANA), cuja validade se encerrava em agosto deste ano.

Porém, com a crise provocada pela grave estiagem deste ano, as negociações para a renovação desta licença foram suspensas, e a outorga dos diretos de uso desta água (o nome técnico desta licença) obtida pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) em 2004 foi provisoriamente renovada por mais um ano. A Sabesp e outros órgãos estaduais fizeram diversos estudos de diferentes alternativas, mas há apenas um sistema produtor de água potável sendo construído, o Sistema São Lourenço, que capta água no Vale do Ribeira (sul de SP), cujas obras estão atrasadas e só devem ser concluídas em 2016.
Em âmbito nacional, alguma medida poderia ter diminuído o problema?
Os rios e represas que abastecem o Sistema Cantareira são águas de domínio da União, pois banham mais de um Estado, uma vez que as nascentes destes rios estão em território mineiro. Isso faz com que a Sabesp, companhia de saneamento básico do Estado de São Paulo, dependa de autorização federal para captar e "exportar" estas águas para a região metropolitana da capital.

A Agência Nacional de Águas tem se articulado com os comitês de bacia hidrográfica do Alto Tietê e do Piracicaba, com a Sabesp e o Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de SP (DAEE) para administrar essa crise. Mas não caberia à Agência Nacional de Águas, creio, intervir no planejamento da Sabesp e dos órgãos estaduais.
E para afastar as chances de este problema voltar, no futuro, o que deve ser feito?
Não creio que haja apenas uma linha de ação a ser tomada, mas várias. Certamente será preciso investir em novos sistemas de produção de água que busquem mananciais alternativos no vale do Paraíba, na Baixada Santista e noutras regiões vizinhas da metrópole, como preveem diversos estudos. Também é necessário interligar estes sistemas, para que haja mais flexibilidade na transposição de águas de reservatórios mais cheios para os mais vazios.

Será preciso ainda educar a população e as empresas para racionalizar o uso da água, com multas ou tarifas mais altas durante períodos de escassez, educação ambiental e uso de equipamentos mais eficientes, que evitem desperdícios. Também é preciso aumentar a eficiência operacional da Sabesp, que ainda apresenta índices elevados de perdas (cerca de 20% da água produzida se perde em vazamentos), além de investir em tecnologias de reutilização da água.


05/11/2014


No dia 5 de novembro, tivemos um conteúdo novo da aula de português: notações linguísticas das páginas 193, 194, 195 e 196.
As notações linguísticas são termos que possuem várias formas de grafia e de aplicação.
Observe:

1-Mau - Mal 

Mau- é adjetivo e é o oposto de bom.
Ex: Aquele menino é mau, só apronta o que não deve.
Mal- é advérbio e opõe-se a bem. Ex: Mal cheguei em casa e já tive que sair para ir ao banco.


2- POR QUE - PORQUE - POR QUÊ - PORQUÊ Por que- é utilizado em início de frases interrogativas e equivale a por qual motivo. Ex: Por que você não foi à casa de Juliana ontem? Porque- é empregado em frases explicativas, equivalendo a pois. Ex: Ela não quer mais te ver, porque ficou muito magoada desde a última briga. Por quê- Aparece no final de sentenças, sejam elas afirmativas ou interrogativas. Ex: Não falaste com ela, por quê? Porquê- Tem o valor de substantivo, equivalendo a razão, motivo. Ex: Não sei o porquê de ela deixar de falar comigo.


3- Há - A Há- Empregamoscom relação ao verbo haver, transmitindo-nos, também, a ideia de tempo transcorrido.Ex: Há dois assaltantes naquela casa. A- Indica a ideia de distância e de tempo futuro, ou seja, algo que está por vir. Ex: Meu pai está a dois metros de casa.


4- Mas - Mais Mas- É conjunção e expressa a ideia de oposição, equivalendo a porém. Ex: Não fui a Paris este ano, mas irei no próximo. Mais- Trata-se de um advérbio de intensidade, opondo-se a menos. Ex: Julia Roberts é a mais bem cotada para o Oscar de melhor atriz este ano.  De encontro a- É o mesmo que chocar-se; expressa algo que está em desacordo com outro. Ex: Nunca, minha mãe e eu, entendemo-nos, pois minhas opiniões vão de encontro às dela. Ao encontro de- É o mesmo de ir ao algum lugar. Ex: As opiniões do novo governador eleito vão ao encontro dos desejos do povo.


6- Ao invés de - Em vez de Ao invés de- O mesmo que ao contrário de. Ex: Ao invés de ficar em casa, você deveria sair com sua namorada no domingo à noite. Em vez de- O mesmo que em lugar de. Ex: Em vez de descansar para retornar ao trabalho na quinta-feira, brincou os quatros dias de Carnaval.


7- Acerca de - a cerca de - há cerca de  Ex: Sei tudo acerca das obras de Jorge Amado. A cerca de- Transmite-nos sentido de distância. Ex: São Paulo fica a cerca de quatro horas de fortaleza, de avião. Há cerca de- Passa-nos a ideia de algo que ocorreu há aproximadamente algum tempo. Ex: Cheguei a esta cidade há cerca de duas décadas.


8- Meio - Meia Meio- Tem o significado de um pouco, tanto quanto.
Ex: Estou meio cansada hoje, por isso não vou à reunião.
Meia- Tem o significado de metade.
Ex: Meio quilo de carne é o bastante para meia porção de talharim.   


5- De encontro a - Ao encontro de
De encontro a- É o mesmo que chocar-se; expressa algo que está em desacordo com outro.
Ex: Nunca, minha mãe e eu, entendemo-nos, pois minhas opiniões vão de encontro às dela.
Ao encontro de- É o mesmo de ir ao algum lugar.
Ex: As opiniões do novo governador eleito vão ao encontro dos desejos do povo.


6- Ao invés de - Em vez de
Ao invés de- O mesmo que ao contrário de.
Ex: Ao invés de ficar em casa, você deveria sair com sua namorada no domingo à noite.
Em vez de- O mesmo que em lugar de.
Ex: Em vez de descansar para retornar ao trabalho na quinta-feira, brincou os quatros dias de Carnaval.

7- Acerca de - a cerca de - há cerca de 
Acerca de- É sinônimo de sobrea respeito de.
Ex: Sei tudo acerca das obras de Jorge Amado.
A cerca de- Transmite-nos sentido de distância.
Ex: São Paulo fica a cerca de quatro horas de fortaleza, de avião.
Há cerca de- Passa-nos a ideia de algo que ocorreu há aproximadamente algum tempo.
Ex: Cheguei a esta cidade há cerca de duas décadas.

8- Meio - Meia
Meio- Tem o significado de um poucotanto quanto.
Ex: Estou meio cansada hoje, por isso não vou à reunião.
Meia- Tem o significado de metade.
Ex: Meio quilo de carne é o bastante para meia porção de talharim.   

Realizamos a leitura de todo este conteúdo e depois de tirar todas as dúvidas sobre ele, fizemos os exercícios das páginas 196, 197 e 198.
Nos primeiros exercícios, havia frases incompletas e devíamos preenche-las com as notações corretas. Depois fizemos a correção coletiva. 
Após terminar a correção, lemos o texto da página 186 e a professora passou para casa os exercícios das páginas 188, 189, 190 e 191. 

Gabriel Araújo



Dia 29 de outubro

Na primeira aula do dia 29 de outubro, nós realizamos uma avaliação sobre o livro de leitura deste bimestre "O estigma do sexo" de Giselda Laporta. Nesta atividade tivemos que relatar informações básicas do livro, como por exemplo as características físicas e psicológicas das personagens além de descrever outras ideias mais complexas passadas pela autora.

Veja abaixo a sinopse do livro:

Este livro aborda uma temática muito relevante, para os dias atuais onde na se tolera de forma nenhuma abusos conta as mulheres, tais como a violência doméstica. E um livro de alerta, que traz para o cotidiano a realidade de muitas mulheres, em todas as camadas sociais. A realidade do estupro, muitas vezes dentro de sua própria casa, cometido por homens da sua convivência. Outras vezes são namorados violentos ciumentos que querem dominar as namoradas, surrando, cerceando a liberdade individual e pessoal. O assédio sexual no emprego e outro drama, outra forma de violência vivida pelas mulheres em seu local de trabalho, na rua em qualquer parte que se vá. Este livro é uma obra de ficção que conta o cotidiano de três jovens de uma mesma turma, elas são Zuleide, Ivanira e Lindaine, as três foram vitimas de violência sexual. Respectivamente elas foram estupradas, apanhou do ex-namorado e sofreu assedio sexual no emprego. Felizmente existe uma delegacia especializada no atendimento às mulheres vitimas de violência. Estas delegacias dão acolhimento às mulheres que foram vitimas que são atendidas por outras mulheres que nestes casos é muito importante por deixar as mulheres totalmente e á vontade. São delegacias acostumadas a lidar com estes tipos de abusos. O livro trás ao debate informação sobre como a mulher pode se defender contra a violência ressaltando a importância dos valores éticos, procura melhorar as relações entre homens e mulheres, novas formas de namoro e ficar. 
 

A atividade era curta, então foi possível terminá-la ainda na primeira aula. Na segunda aula, nós realizamos exercícios do livro :"vocabulário" (páginas 176 e 177) e o "Estudo do texto"(páginas 178 e 179).

Todos estes exercícios, eram referentes ao texto das páginas anteriores.


24/10/2014




No dia 24 de outubro, na primeira aula de língua portuguesa, vimos uma matéria nova do quarto bimestre:colocação pronominal, que tem como objetivo nos ensinar onde colocar corretamente os pronomes oblíquos em uma frase.


Exemplos de Pronomes oblíquos:




  • me
  • te
  • o a lhe
  • nos
  • vos
  • os as lhes
  • se
Regras da colocação pronominal:


  • Mesóclise: É a colocação do pronome no meio do verbo
Exemplos: Dar-te-ei, um presente.
                 Realizar-se-á uma festa.

  • Ênclise: é a colocação pronominal depois do verbo.
Exemplos: Não era minha intensão machucar-te.
                  Vou-me embora.

  • Próclise: A próclise é a colocação pronominal antes do verbo.
Exemplos: Ninguém o apoia.
                  Nunca se esqueça de mim.

Depois de entender este conteúdo e ler todos os textos do livro sobre sobre o assunto, fizemos alguns exercícios, seguidos da correção dos mesmos.
Já na segunda aula, fizemos uma atividade de interpretação de texto. Nesta atividade, tivemos que comparar dois textos diferentes (um deles de Monteiro Lobato) e responder  as questões de alternativas.

Gabriel Araujo

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